Música, tecnologia, moda e esportes são decididamente fatores que influenciam o comportamento do jovem. E os jovens consomem moda para comunicar, de acordo com suas escolhas pessoais, seu estilo de vida e seu grupo social.
É através de suas roupas, das suas músicas, de suas ideologias que estes jovens se reconhecem e se percebem fazendo parte de um grupo. A busca do individuo por semelhanças e diferenças entre pessoas é natural nessa fase, e a escolha da roupa é a peça chave na criação dessa identidade social.
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É a partir dos anos 80, e com mais força durante a década de 90, que a chamada moda de rua (streetstyle) dos jovens ganha destaque. Nomeada Geração Y, ela é representada pelos nascidos a partir de 1982, e caracteriza-se pela relação com as novas mídias. É um grupo cercado por tecnologia, indagador e em busca de uma personalidade diferenciada. Com a negação da hegemonia da moda e o constante questionamento sobre o mundo em que vivem, o streetstyle começa a crescer e a ser reconhecido. Rotulação, classificação e estereotipagem tornam-se práticas cada vez menos usuais entre a nova geração, que preza pela diferença e a excentricidade.
Empregando peças de diferentes épocas e estilos, os jovens propõem looks inusitados e criativos. Nasce um supermercado de estilos grande supermercado, em que os estilos das subculturas urbanas agem como produtos e cada indivíduo se apropria daquilo com que se identifica, criando seu próprio estilo. Dessa maneira foi possível, também, estilistas se inspirarem no universo jovem das ruas para elaborarem criações inovadoras.
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Pesquisa de Imagens: WGSN, Google Images.