A Moda pela Água: 5º encontro das empresas Guardiãs da Água!

24 de Outubro de 2019

Na primeira semana de outubro, as empresas Guardiãs da Água se reuniram no showroom da Vicunha em São Paulo, para o quinto encontro da "A Moda pela Água", plataforma criada pelo Movimento Ecoera com o objetivo de conectar os principais envolvidos na indústria em prol da gestão sustentável do recurso hídrico. O evento reuniu representantes das marcas guardiãs, onde a Vicunha é a primeira empresa do ramo a entrar para a plataforma e atua de forma engajada para elevar a sustentabilidade do setor têxtil.

 

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Chiara Gadaleta (Movimento ECOERA), Marcel Imaizumi (Vicunha), Ricardo Guimarães (Thymus) 

 

Em sua palestra, a fundadora do Ecoera e especialista em sustentabilidade e consumo consciente, Chiara Gadaleta, afirmou que a sociedade está mais consciente e os consumidores estão cada vez mais exigentes quando o assunto é sustentabilidade. “Essa é uma agenda que foi aberta mundialmente e não tem mais como voltar atrás. O mercado da moda tem uma oportunidade enorme de ser mais sustentável. A Vicunha foi a responsável por dar início a essa transformação, por meio do projeto Pegada Hídrica, mapeando o impacto ambiental do uso da água na produção de jeans no Brasil”, afirmou.

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                       Luiza Lorenzetti (ABIT)                                             Jordana Damiani (Damyller)

 

De acordo com a especialista, em apenas cinco meses, a plataforma já gerou um impacto positivo na mídia e na sociedade. Com isso, um número crescente de pessoas está mais consciente sobre a economia do uso de água na lavagem de roupa. “Muita gente já está usando o jeans ao longo de uma semana e acreditamos que esse movimento ainda vá crescer muito mais”, avaliou. 

 

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        Deizimara e Mariana (Grupo Lunelli)                            Carla Bello e Glaucia Santos (Marisa)

 

O evento também contou com a palestra de Ricardo Guimarães, sócio da consultoria Thymus, especializada em gestão de marca. Para ele, as empresas são sistemas vivos conectados a uma rede dinâmica e interdependente de recursos naturais e de pessoas. “Precisamos prestar cada vez mais atenção na natureza, porque isso nos mostra como desenvolver soluções para problemas complexos”, avaliou.

 

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      Manami Kawaguchi (Sou de Algodão)

 

Na avaliação de Guimarães, a sociedade está adquirindo uma mentalidade mais madura, baseada em ciência, fatos e dados. E, nesse contexto, a tecnologia vem sendo empregada para dar mais autonomia para o ser humano. “A transformação digital impacta as pessoas, que estão cada vez mais conectadas. Essa interação irá mudar radicalmente o futuro da sociedade e do mercado. Antes, uma empresa de roupa, por exemplo, definia o que a população vestia. Hoje, as marcas do ramo devem estar atentas para captar informação e anseios das pessoas, de modo a oferecer soluções que superem suas expectativas”.

Acompanhe os próximos encontros através do @pegadahidrica e @amodapelaagua